Posts filed under ‘Warp Reviews’

Warpreviews: Pier Solar | Mega Drive

por maxi

Pois é, eu terminei o primeiro jogo completamente original de Mega Drive desde uns 10 anos atrás, que foi quando saiu a última leva de títulos novos para o console. Como todos sabem, o WaterMelon Team prometeu que ele traria um monte de coisas jamais vistas em outros títulos no sistema, que não deveria em nada para RPGs como Phantasy Star 4 e Final Fantasy 6 e que seus 64 Megabits seriam empregados para torna-lo o maior do gênero. Tudo isso, claro, deixou nós donos do “megão” morrendo de vontade de jogar o cartucho desde sua data de lançamento original, que seria no final de 2008 mas teve um monte de atrasos. Então, para aqueles que não jogaram, a pergunta é se valeu a pena esperar todo esse tempo para colocar as mãos no título que promete reabrir o mercado de jogos para consoles que já eram para ter aposentado, e é isso que será falado mais abaixo.

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abril 24, 2011 at 6:51 pm 7 comentários

WarpReview: Castlevania Lords of Shadow | PS3

por Philip Mangione

Finalmente, joguei até o final o excelente jogo de aventura Lords of Shadow, da desenvolvedora espanhola Mercurysteam. Tem um pouco de terror, num estilo bem comum encontrado em qualquer portfolio de “artistas” sem criatividade que repetem pela milésima vez um desenho de um ogro, uma aranha ou um lobisomem. Tudo padrão, mas muito bem executado e finalizado. Nada no estilo gótico-futurista-medieval como encontramos na série Castlevania. Nada misturando castelos em ruínas com lasers e armaduras retorcidas cheias de pontas e curvas brilhantes, ou cabeças de medusa com olhos acesos voando no interior de uma torre de relógio ao mesmo tempo mecânica, orgânica e labiríntica, enquanto se ouve de fundo uma mistura de heavy metal, música clássica e música barroca.

Cenário familiar, monstro familiar

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outubro 30, 2010 at 9:50 pm 1 comentário

Primeiras horas de Castlevania LoS nas mãos de um devoto

por Philip Mangione

No final de semana joguei Castlevania Lords of Shadow.

Antes de continuar, quero frisar que sou fã extremo da série Castlevania 2D. Tenho a maioria original a até uma edição especial de um pra DS. Pra mim é a MELHOR série de games, em um aspecto geral. Por isso minhas expectativas e apreensão com esse novo jogo são muito altos.

 

Só não cheguei a esse extremo..

Como meu amigo tinha me dito, LoS é um “jogo gigante” principalmente para os padrões atuais. Joguei 5 horas, estou com mais ou menos 15%, segundo o save. Deve dar umas 25 horas de jogo pra terminar sem ficar caçando tudo que é item, secret etc. Isso é muito, pra um game todo preenchido de partes únicas e não repetitivas (pelo menos até agora).

 

Esse mapa ficou pequeno

Sem spoilers, minhas impressões do que já joguei:

Dá pra ver que a equipe é boa e gosta de games de verdade. O jogo é basicamente hardcore, com mecânica de gameplay muito boa mesmo, e fases de jogo como se raramente encontra hoje em dia (não totalmente corredor linear, tem coisas a descobrir e NOSSA, perigos de verdade). Só que o mercado atual os obrigou a encapar tudo isso com uma camada muito “casual”, que chega a irritar e atrapalhar 100% a imersão em muitos momentos. Vou explicar um pouco melhor:

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outubro 18, 2010 at 3:34 pm 1 comentário

Warpreviews: Sonic 4: Episódio 1 | Wii

por maxi

E já dizia o velho ditado, “o tempo cicatriza todas as feridas”. No caso da Sega, parece que ela precisa de uma geração inteira para aprender com os próprios erros e se curar dos tombos que já levou, tanto da metade da geração passada para a desta quando na época dos 32-bits. E quem mais sofreu nisso tudo foi o pobre Sonic, que ficou nas mãos justamente da divisão da empresa que mais ficou mal das pernas, o Sonic Team, que já não é mais o mesmo desde a saída de Yuji Naka.

Sob a coordenação de Takashi Iizuka, que provavelmente já não sabia mais onde enfiar a cara depois da mídia tanto lenhar os jogos feitos por seu pessoal, o Sonic Team desta vez optou por chamar a Dimps para auxiliar na produção daquilo que seria a volta de Sonic ao mundo 2D nos consoles. A Dimps vinha se dando bem com o personagem desde a época do GBA, mesmo com a controvérsia de que a empresa mudava demais a física do jogo a cada novo lançamento, não necessariamente para melhor. Como resultado, temos Sonic 4, que teoricamente seria uma seqüência direta de Sonic & Knuckles do Mega Drive, o jogo que o mundo gamer vinha esperando desde 94. E, finalmente, temos um jogo do ouriço que nos traz de volta as lembranças da época de ouro dos vídeo games, e ainda por cima feito pelo Sonic Team, por mais incrível que pareça. Porém, o ditado diz que as feridas cicatrizam, e cicatrizes são algo que permanecerão por toda a vida.

Primeiramente vamos falar da história, já que a Sega alega que este jogo começa onde parou Sonic & Knuckles.

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outubro 12, 2010 at 4:53 pm 11 comentários

Minha primeira experiência com o PS3 Move

por Philip Mangione

Voltei de viagem semana passada, com um Move novinho na mala. Depois de umas 24 horas me recuperando do fuso horário, finalmente tive forças pra abrir a embalagem e testar o controle. Eu trouxe também um game, Kung Fu Rider (que descobri ser bem ruinzinho). Além do game, o disco trouxe umas 6 demos de outros títulos. Start the Party, Sports, Eye Pet, etc. Antes de comprar o Move, eu comentava com meus amigos que na minha opinião o PS3 atingiu o ápice da evolução dos games, nessa última leva de títulos como Uncharted 2, Demon’s Souls etc. E que a partir do ano que vem, com o foco da Sony sendo o Move e o efeito 3D nas TVs, veríamos o início de uma queda na qualidade “hardcore real” que na minha opinião somente o PS3 ainda alimentava. Bom, coloquei Kung Fu Rider no meu PS3. Instalei as demos, e mergulhei de cabeça. “Vamos ver…”

A Sony está 100% focada no Move (e no 3D)

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setembro 28, 2010 at 1:12 pm 16 comentários

Warpreviews: The Hunter | PC

por maxi

O que vocês pensariam se eu dissesse que o primeiro jogo que fez meu computador engasgar foi um jogo gratuito? Provavelmente diriam que está na hora de aposentar meu K6-II ou coisa parecida…

Mas não é este o caso. The Hunter é desenvolvido pelo mesmo pessoal que fez Just Cause, e por isso usa uma versão turbinada da incrível Avalanche Engine, que me fez tirar as configurações de sombras e filtros do “máximo” para o “médio-alto”, coisa que nem Resident Evil 5 precisou, por exemplo. E é esse realismo todo que deixa o jogo fascinante e, ao mesmo tempo, perturbador para pessoas que não conseguem distinguir bem que estão atirando em um monte de polígonos, e não em um animal de carne e osso.

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setembro 8, 2010 at 1:40 pm 4 comentários

Rapidinha Warp: Reviews no Planeta Gamer!

por Barry Burton

Dois reviews nossos já estão compartilhados com nosso parceiro, o Planeta Gamer! São eles o de Demon’s Souls para PS3 e o de Yakuza para PS2!

Não deixem de conferir!

julho 28, 2010 at 3:38 pm Deixe um comentário

WarpReviews: Yakuza | PS2

por Barry Burton

As acusações de um “GTA japonês” logo mostram-se equivocadas nos primeiros minutos de Yakuza. Focado muito mais em seu universo e personagens do que a franquia da Rockstar, Yakuza é um jogo que se leva a sério, ao contrário da maluquice permitida em Liberty City e suas cidades vizinhas.

Pode-se dizer que o principal motivo de se continuar jogando Yakuza seja o de acompanhar os passos de Kazuma Kiryu, o “Dragão de Dojima”, no turbilhão em que é jogado envolvendo diversas famílias yakuza – a grosso modo, a máfia japonesa – ao se auto-incriminar para acobertar um amigo. Prepare-se para cenas espetaculares, e diálogos muito bem escritos. Dito isso, qualquer outra informação tem o potencial de estragar as surpresas e reviravoltas da trama. De tal modo que mesmo a abertura do jogo pode revelar diversas delas, então evite assisti-la se a história é seu ponto de interesse.

Não que a jogabilidade seja ruim, longe disso. Pegando emprestado elementos de vários jogos de pancadaria, e surpreendentemente mais de jogos antigos como Streets of Rage do que de jogos atuais como Devil May Cry, o sistema de combate de Yakuza é profundo e divertido, embora com pequenas ressalvas. A princípio, sua gama de opções é um tanto limitada, mas aumenta exponencialmente conforme se adquire experiência e novos movimentos são comprados. Dentre os destaques, estão golpes bem violentos, como amassar a cara do sujeito entre o asfalto e seu sapato – com uma estranha sensação de satisfação – e a possibilidade de se usar diversos elementos do cenário como arma, desde guarda-chuvas, barras de ferro e tacos de golfe até placas de neon, bicicletas e cones de trânsito gigantes. O combate é rico o suficiente a ponto de permitir tanto brigas contra multidões de capangas quanto duelos acirradíssimos contra oponentes tão bons em artes marciais quanto você.

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julho 27, 2010 at 7:09 am 6 comentários

Mini-Review: Final Fantasy XIII | PS3

por Barry Burton

Imaginem que alguém vai lhe dar um doce. Só que essa pessoa acha que esticar o doce em um fio do diâmetro de um fio de cabelo e obrigar você a sugá-lo lentamente é melhor pra você do que lhe deixar saborear o doce ao seu modo. E ele fez isso, claro, sem lhe perguntar.

Esse é o sentimento passado por Final Fantasy XIII, tendo você gostado dele ou não: algo esticado.

Durante pelo menos 40 horas de jogo (muitas no começo e algumas no final), a única coisa a se fazer é andar em linha reta e enfrentar monstros. Ocasionalmente, você aperta o botão de ação para ativar algo que, se não ativar, não pode continuar andando em linha reta. O caminho se divide algumas vezes, e então você encontra duas coisas: um beco sem saída ou um item em um beco sem saída.

Sim, o jogo é bonito desse tanto. Na maior parte do tempo...

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julho 22, 2010 at 11:28 am 7 comentários

WarpReview: Demon’s Souls | PS3

por Barry Burton

Se Zelda tivesse realmente se tornado um jogo “adulto”, no sentido de sua temática ter amadurecido, seu tom ficado mais sombrio, seus monstros mais assustadores e, principalmente, sua dificuldade elevada a níveis extremos, fatalmente haveria de se chamar Demon’s Souls.

Não que apenas a exploração de calabouços e um refinado sistema de combate estejam aí, mas é certo que sua estrutura básica foi pavimentada com base nos clássicos jogos de exploração/recompensa. A vontade de verificar a cada esquina se não há ao menos um item escondido ou uma passagem secreta que o leve a novos horizontes permeia toda a jornada por Boletaria e seus reinos vizinhos.

Boletaria é um reino amaldiçoado por conta de um rei ambicioso, e fadado a ser devorado por demônios de toda estirpe. Não há espaço para você bancar o herói: tudo que havia para acontecer de ruim já aconteceu. No máximo, você poderá impedir que o mal se alastre ainda mais.

Deixando o jogador sempre inseguro sobre se o que está fazendo é certo ou não, Demon’s Souls é corajoso ao ponto de possuir um auto-save indefectível, impossível de ser copiado. Gastou ou jogou fora um item importantíssimo? Problema seu. Sem querer feriu ou matou aquele padre que poderia te ajudar? Viva com isso até o final do jogo. Isso, claro, reflete-se em suas ações ao longo do mesmo, que progressivamente se revela mais acinzentado à medida em que você se aproxima do final. “Estou mesmo fazendo a coisa certa?” é a pergunta que você repetirá a si mesmo para qualquer iniciativa.

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julho 20, 2010 at 7:48 am 9 comentários

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