Posts filed under ‘Sério Agora…’

Tá tudo bem agora!

por Ryunoken

Opa. ( liga a luz ) Tem alguém aí?

É, faz tempo que ninguém posta por aqui, não é mesmo? ( tira as teias de aranha ) Cada qual por sua razão, seja saúde, trabalho, estudos ou até mesmo desanimo, a verdade é que a equipe do Warpzona deixou esse espaço meio de lado nos últimos meses… Nem sei quantos de vocês ainda abrem o blog às vezes, ou assinam o nosso feed, ou acompanham o nosso twitter , mas é certo que o blog deu uma desacelerada brutal…

E é por isso que eu estou aqui, para ir acelerando aos poucos e, provavelmente, tentar manter uma velocidade baixa, porém constante com esse projeto, que já rendeu tantas coisas legais. Sendo assim, eu tentarei, a princípio, manter a média de um ou dois posts semanais. Os outros redatores e colaboradores já foram convidados a reocupar o espaço aqui deixado, mas sem pressão nem compromisso… E caso você, leitor, acha que se encaixa no estilo do Warpzona, entre em contato. Quem sabe você não ajuda na aceleração, nem que seja dando um empurrãozinho?

Então fiquem atentos, para breve novos posts e até uma “promoçãozinha” para tentar dar uma chacoalhada aqui no nosso cafofo… Continuem com a gente!

agosto 9, 2011 at 1:18 am 4 comentários

E lá vamos nós de novo… Videogames x Caso Realengo

por Ryunoken

IMPRENSA MARROM

Preparem-se pra passar aquela raiva: A Rede Record de televisão, apresenta nesse domingo, 24/04/2011, no seu programa Domingo Espetacular (bom nome, já que fazer espetáculo é com ele mesmo) uma daquelas matérias burras tentando convencer e “alertar” que os videogames violentos formam assassinos, incluíndo aí, claro, o recente caso ocorrido em Realengo.

Podemos esperar mais daquelas  matérias sensacionalistas, cheias de factóides e “interpretações”, além das opiniões de gente totalmente alheia e mal informada, receita certa pra convencer a massa de manobra desse terrível mal,  quando sabemos que essa superexposição midiática de fotos, vídeos e cartas (o que é até proíbido!) do louco que cometeu o crime só fazem incentivar novos loucos, pois ele conseguiu exatamente o que queria: A exibição, pra todo o país, de suas idéias torpes e deturpadas.

Claro que a essa altura não dá pra fazer nada: A matéria vai ao ar e uma multidão de pais preocupados (até com alguma razão, pois são mal informados por uma imprensa ruim, vão tirar os videogames de seus filhos, ignorando que telejornais, telenovelas, filmes e livros podem ser tão prejudiciais (ou benefícos!) como qualquer forma de comunicação. Pior que isso, sem perceber que amizades, noções de educação ou cidadania, educação, atenção e diálogo são fatores muito mais relevantes na índole de seus filhos.

Tenho muitos amigos e conhecidos jornalistas, aos quais a maioria excluo do seguinte comentário, mas a cada dia me enojo mais com essa mídia tacanha, tendenciosa, vendida e manipuladora. E, claro, o sentimento não é só pelos videogames, mas também por como se manipula as informações , seja politicamente, socialmente ou comportamentalmente; como se expõe a violência; como se deixa de expor o que vai contra interesses “maiores”; como se faz, enfim, uma imprensa corrupta, maldosa e desacreditada.

Você pode ver uma prévia do que será exibido amanha nesse link, ou assistir a matéria amanha na Record, à partir das 20hs. E pode desde já mostrar a sua indignação deixando uma mensagem nesse link.

E, caso possa, divulgue este texto. Sei que vai adiantar pouco, mas geralmente “a boa luta” se faz de pequenos movimentos.

abril 22, 2011 at 9:29 pm 8 comentários

29 de Janeiro – Dia do Jogo Justo

por Ryunoken

Eu sei que já tem gente impaciente com o projeto Jogo Justo, cujo objetivo é reduzir a carga tributária sobre os videogames e derivados aqui no Brasil, isso por conta de muitas palestras, muita falação, muita divulgação mas pouco retorno. Enfim, minha opinião é que essa fase inicial é necessária, existem políticos envolvidos e todos sabemos como é a nossa política (e sua fiel e inseparável companheira, a politicagem), e essa quantidade absurda de palestras, discussões e campanhas se faz necessária para chamar a atenção da mídia e, por consequência, do público não entusiasta.

Sendo assim, para quem ainda está com dúvidas ou nem sabia da campanha, reproduzo após o salto o imenso brieffing enviado aos blogs/sites pelo criador da campanha, explicando o possível sobre o projeto e sobre o Dia do Jogo Justo, que ocorrerá no dia 29/01/2011 e promete finalmente mostrar resultados palpáveis de todo esse movimento. (mais…)

janeiro 24, 2011 at 8:23 am Deixe um comentário

Revolta Gamer

por Ryunoken

Segue abaixo a reprodução do texto enviado ao nosso blog pelo Moska, do parceiro LevelGamer. Ele anda organizando e divulgando o movimento Revolta Gamer, que visa ir contra um projeto de lei que está tramitando, em fase bem adiantada, por sinal, que visa proibir games com conteúdos “ofensivos”. O grande problema é que o texto do projeto é extremamente ambiguo, onde você poderá, de acordo com a tua interpretação, condenar vendedores, jogadores, locadores, desenvolvedores, entre outros, a CADEIA, e isso tendo como base de um GTA até um Super Mario, dependendo da cabeça de quem julgar… Ou seja, a lei parece muito mais com CENSURA do que com proteção. Projeto de lei tocado por pessoas que desconhecem o assunto e poderiam estar mais preocupadas com a classificação etária, que é a ferramenta usada para livros, filmes e música, por exemplo, onde encontramos assuntos muito mais extremos que os videogames, uma mídia nova e praticamente pueril perto dessas outras. Segue o apelo do Moska:

PRECISAMOS AGIR!

O projeto de lei 170/2006, há um tempo parado, voltou a avançar perigosamente, e se for aprovado pela câmara, pode causar o que muitos temem: a censura de jogos no Brasil.

Ementa: Altera o art. 20 da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, para incluir, entre os crimes nele previstos, o ato de fabricar, importar, distribuir, manter em depósito ou comercializar jogos de videogames ofensivos aos costumes, às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos.

Tal projeto criminaliza qualquer jogo eletrônico que possua conteúdo que possa ser considerado ofensivo de alguma forma. Se for aprovado, jogos como GTA, Counter Strike, Gears of War, Halo, ou quaisquer outros que considerem “ofensivos”, serão proibidos e a pena por produzir, vender ou possuir tais jogos pode chegar a até três anos de reclusão.

Ajude a combater esse absurdo!

Convoco todos vocês a participar da hashtag #RevoltaGamer no twitter, para discutir o problema e que apareçamos nos Trending Topics. Pode parecer pouco, mas juntos podemos fazer um grande barulho! Fale do movimento aos seus amigos e chame-os para o grupo. Precisamos nos unir como gamers e garantir nosso direito de jogar!

E-mail do senador responsável pelo projeto de lei: valdir.raupp@senador.gov.br
Vamos enviar mensagens mostrando nossa insatisfação! E obviamente, sempre sendo educados e usando gramática correta.

Assine o abaixo assinado contra a lei:
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4857

Apóie também o Projeto Jogo Justo, por impostos justos por video games! www.jogojusto.com.br

#RevoltaGamer Vamos participar do abaixo-assinado contra a censura aos games! http://migre.me/37OR4 #JogoJusto

Eduardo Savi Sanson (Moska)
pincast.blogspot.com
LevelGamer.com

janeiro 5, 2011 at 10:38 pm 1 comentário

A consequência dos jogos casuais em seu público-alvo

por Luna Ishtar

Recentemente assisti a um desses vídeos, que agora estão populares no youtube quando se quer xingar alguém ou algo, de uma mulher conhecida como Tullaluana fazendo suas reinvindicações em relação aos games casuais como Colheita Feliz e Segredos do Mar. O que para muitos foi uma piadinha, despertou-me para uma questão bem séria. Para ser bem sincera não achei nem um pouco engraçados os tais vídeos, achei triste.

Quando resolvi investir em uma carreira artística, voltada pra trabalhar com games, fui inspirada por jogos que até hoje divertem as pessoas como Mario, Zelda, Sonic, Final Fantasy.  Muitos dos novos game designers e programadores também foram motivados por jogos como estes e aspiram fazer parte da equipe de um jogo tão memorável quanto um God of War. No entanto surgiu uma nova vertente na indústria dos games, que pelo lado positivo incentiva mais pessoas a não se sentirem intimidadas com jogos virtuais, mas o lado negativo tem repercutido até na vertente hardcore. A simplificação de muitas coisas nos jogos, o excesso de tutoriais e a presença de “Navy’s” (guias), que não só “guiam” o jogador por toda a fase mas na verdade contam tudo que se há pra fazer nela restando ao jogador só seguir as instruções dadas, são uma influência negativa dos jogos casuais.

Saibam porque após o pulo.

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novembro 12, 2010 at 12:25 pm 3 comentários

Você já podia ter jogado o Kinect… em 2005

por Barry Burton


Acredite, esta foto NÃO é uma montagem!

Hoje me deparei com um artigo do ótimo escritor Brad Gallaway na gamecritcs.com que me deixou curioso:

“O Kinect saiu na noite passada, mas você não me acharia na fila esperando por um. Os jogos de lançamento são banais, e no topo de tudo parece que praticamente todos os jornalistas de games esqueceram que o EyeToy da Sony já existiu.

Eu possuo um EyeToy e joguei o Kinect várias vezes, e ambos são praticamente a mesma coisa. Claro, o Kinect é mais avançado e (provavelmente) mais tecnológico, mas o fato permanece de que os dois compartilham do mesmo conceito geral e performam essencialmente as mesmas funções. Dito isso, acho incrivelmente encucante que nem um único artigo de análise que li até agora tenha comparado os dois.”

Bom, como eu mesmo nunca tive um EyeToy, e nem pretendo ter um Kinect, fiz uma rápida pesquisa comparativa, e achei um vídeo que diz tudo:

Ainda não acreditam na “semelhança”? Olhem a capa destes dois jogos de PS2. Sim, eles se chamam Kinetic.

Não estou dizendo que a Microsoft simplesmente copiou a Sony, isso é papo de fanboy. Nem vou questionar a qualidade dos jogos, já que não joguei nenhum (apesar de que vocês sabem qual é minha opinião – mais clara nos comentários daí).

Acho impressionante como uma campanha de marketing bem arquitetada consegue apagar da memória da indústria inteira algo que já existia. Dizer que o que você está fazendo é “inovador”, “nunca foi feito antes”, blablablá, uma conversa de marketing que se torna um mantra na boca dos consumidores é algo extremamente poderoso. Ao meu ver, a única coisa realmente diferente entre o Kinect e o EyeToy foi a massiva campanha publicitária.

E o pior: se em algo tão simples como a indústria dos videogames já contamos com uma mídia tão poderosa que pode manipular a história tão recente, imaginem o que não acontece na mídia “de verdade”? Até onde a responsabilidade e profissionalismo dos jornalistas falam mais alto que contratos e propostas?

Onde nossa indústria vai parar?

Confiram o artigo original.

Agradeço ao leitor Kenshin pelo toque dos jogos de PS2.

novembro 5, 2010 at 9:58 am 5 comentários

Level Up! Starcraft 2: considerações de um pro-player

por Redação

Todos felizes com a Blizzard anunciando sua vinda ao Brasil, com Starcraft II custando apenas 50 reais pelos primeiros seis meses de uso? Bem, nem todos.

Victor Souto, diretor da Hangar Network, o principal portal brasileiro de jogos da Blizzard e pro-player de Starcraft, compartilha conosco algumas opiniões contundentes, pra variar, colocando a Activision em maus lençóis… Acompanhem em nosso Level Up!

por Victor Souto

A Blizzard e a expectativa de Starcraft 2

Existe um grande conflito de ideias e interesses em torno do lançamento de Starcraft 2. Caso você seja um daqueles jogadores amadores que só joga ocasionalmente com os amigos (o que seria cerca de 60% do total de jogadores), provavelmente não notará os enormes problemas que já surgem em torno deste grande projeto da Blizzard. Eu sou Victor Souto, diretor da Hangar Network – principal portal brasileiro de jogos da Blizzard – e vou discorrer um pouco sobre o tema com vocês.

Vamos voltar um pouco no tempo. Todos conhecem os grandes lançamentos que realmente fizeram o nome da produtora de games chegar ao topo do mundo, mesmo que não tenha jogado: Rock n’ Roll Racing, Warcraft 1, 2 e 3 e sua expansão Frozen Throne (lembrando, claro, do DOTA, que é um mapa de FT), Diablo 1 e 2 (e suas expansões), e Starcraft, com a expansão Broodwar. Todos esses sucessos foram criados pela Blizzard, mas produzidos e distribuídos pela Vivendi Universal Games, empresa com a qual pessoalmente fiz várias ótimas parcerias e conseguimos aumentar bastante as premiações dos campeonatos que fazíamos para os jogos Blizzard, fortalecendo bastante a comunidade competitiva brasileira.

Voltando mais um pouco ainda, em 1995, quando a Blizzard ainda só tinha lançado Rock n’ Roll Racing e Warcraft 1, foi feita uma reunião oferecendo a empresa à Activision por U$ 7 milhões, que foram recusados com o argumento que nem mesmo Warcraft valia isso tudo. Isso para que então a Blizzard, no início de 2008 – quando a Vivendi foi dissolvida – fosse comprada pela mesma interessada Activision por “meros” U$ 18 bilhões.

Percebe-se então a visão comercial da Activision, que desde então vem mudando bastante coisa na Blizzard. O suporte está todo automatizado, é praticamente impossível negociar parcerias, e onde aparece uma mínima gotinha preta, logo estão eles com escavadeiras procurando um mar de petróleo.

Continuem lendo após o pulo!

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julho 17, 2010 at 4:28 pm 6 comentários

PSN no Brasil: A Campanha!

por Ryunoken

Você gostaria de uma  PSN Brasileira, aceitando seus Bolsa-Família cartões de crédito brasileiros,  em Real, quem sabe até com localização dos games em PT-BR, enfrentado usuários mais próximos de você, tipo no Acre aí do lado, o que diminuiria o lag? Seus problemas acabaram podem estar acabando! Se você tem uma conta PSN (se não tiver, o cadastro é vapt-vupt) acesse  »este link« , que vai te levar ao PlayStation.Blog SHARE, que é uma comunidade onde os usuários cadastram ideias de como acessar p0rn pelo PS3 melhorias para os produtos Playstation.

Os usuários veem essas ideias, votam, e a Sony pode quantificar o que interessa a comunidade. A ideia do momento é a implementação de chat por voz entre jogos diferentes. Mas isso não interessa diante da bandeira que devemos levantar. A bandeira do Brasi -sil -sil -sil!

DMCBR, foi o abençoado que sugeriu a vinda da PSN para as terras de Pindorama, e o nosso blog-amigo Continue esta convocando VOCÊ brasileiro, que ama o Zeebo videogame e não desiste nunca  a entrar lá e votar nessa idéia tão simples e tão necessária. Não demora, não doí, não engorda, não solta as tiras e não tem cheiro, mesmo se você tiver que fazer o cadastro.

Acontece que as ideias mais populares ficam visíveis na primeira página do blog, deixando a Sony ao menos com uma pulga atrás do Sixasys. Se você tiver Twitter e  clicar aqui , vai abrir o serviço com uma mensagem em inglês (que você pode deixar do seu jeito, lembrando apenas de manter o link) para divulgar essa votação. Você também pode compartilhar esse post ou o post original no Continue (se você já tinha lido lá, notou que esse post é um copia-e-cola “levemente” inspirado naquela postagem. Até a figura a gente roubou na cara-dura pegou emprestado). E disfarçamos com um monte de baboseira piadinhas riscadas.

E, para os caixistas, e usando as palavras do Continue, já que a gente já assumiu que nossa adesão a campanha foi na base da clonagem mesmo, fica o recado:

” Esse pedido de ajuda se estende obviamente aos fanbo9ys do XBox 360. Afinal, se a Sony, que não está no Brasil oficialmente há nem um ano ainda, já se mostrar mexendo os pauzinhos para implementar a sua rede oficialmente por aqui, vai ser questão de honra para a Microsoft BR correr atrás da questão da Xbox Live também. Todo mundo ganha.”

E aí, de que formas vai colaborar? A caixa de comentários e sua!

março 26, 2010 at 7:20 pm 1 comentário

“Fazedores” de dinheiro

por Toe Jam

No dia 04 de março deste ano o site Siliconera noticiou que a Sony registrou uma nova patente: as demos “degradáveis”. A idéia patenteada é que uma demo contenha o jogo completo (ou quase completo) disponível na primeira execução da demonstração. Contudo, a medida que o jogador for avançando, seja no número de partidas jogadas, seja pelo tempo de jogo, a demo desabilitaria progressivamente características do jogo, através do bloqueio de níveis, remoção de personagens jogáveis, redução do nível de dano das armas, perda de níveis de experiência já conquistados ou até mesmo diminuição de canais de sons e da paleta de cores.

O objetivo desta patente é claro e evidente: forçar a aquisição do jogo completo e, como consequência, “fazer” mais dinheiro. Empresas em geral, inclusive as desenvolvedoras de jogos, são empresas com fins lucrativos e não há nada de errado em buscar alternativas para ampliar seu fluxo de caixa. Entretanto é preocupante quando estas medidas vão na contramão de um princípio básico do comércio: satisfazer seus clientes.

Continua após o salto.

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março 9, 2010 at 11:17 pm 7 comentários

Level Up! Gamer pobre + Console travado = Jogos melhor aproveitados

Level Up! é a seção do WarpZona onde temos a colaboração de nossos leitores, que passam a redatores. Hoje,  Wagner Eamnuel está de volta com uma equação que deve ser  bem comum a todos os gamers menos abonados… Lembrando que qualquer leitor pode participar dessa seção: basta enviar um texto através dos comentários ou diretamente para warpzona@gmail.com

Por Wagner Emanuel

A equação do título apareceu na minha cabeça algum tempo atrás, quando vi que tinha passado mais de 60 horas jogando o mesmo jogo (Blue Dragon), coisa que ainda não havia acontecido, senão nos tempos de SNES quando tínhamos muito tempo disponível, mas acabou me escapando (o assunto) da memória. Esses dias, vi que estava com mais de 30 horas no modo multiplayer do CoD4: Modern Warfare (o 1º mesmo… aliás quem quiser dar uns headshots é só me adicionar na live (WagninhoEmanuel), afinal, apesar de estar no nível 48/55 continuo sendo um noob).

Mas como cheguei nessa equação? Primeiro, no Brasil, queiramos nós ou não, a pirataria rola solta. Segundo, há um número muito grande de gamers que não tem condições de ter um Xbox 360 ou um PS3, e mesmo entre aqueles que têm condições alguns ainda preferem usar destravados. Dentre esses que não tem condições, a saída acaba sendo adquirir um PS2 destravado, que como todos sabemos é a coisa mais fácil de achar. Não estou fazendo apologia, incentivando ou justificando a pirataria, apenas apresentando o que acontece na realidade.

Até um tempo atrás eu era um desses jogadores com um PS2 destravado. Felizmente, não passei muito tempo com ele. Acho que apenas 6 meses. Nesse intervalo cheguei a ter 30 jogos. Se olharmos direito não são tantos jogos assim, mas se considerarmos que eu trabalhava, fazia faculdade, participava de alguns grupos que tomavam um tempo considerável do meu tempo livre, veremos que quase não sobrava tempo para jogar, e isso se refletia no quanto eu aproveitava os jogos.

Tem mais depois do salto:

(mais…)

fevereiro 5, 2010 at 7:22 pm 7 comentários

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