WarpReview – Street Fighter IV

abril 21, 2009 at 10:06 pm 6 comentários

por Ryunoken

A Pancadaria através dos tempos

Em sua época, Street Fighter II e todos os seus subtítulos (World Warriors, New Challengers, Turbo Hyper Fighting, Rainbow…) reinavam absolutos. Essa hegemonia durou muito tempo, com vários jogos de luta surgindo e fazendo relativo sucesso na esteira da popularidade de Street Fighter II, sem porém supera-lo. Porém aquela época passou e o mercado notou que apenas de releituras e implementos do segundo capítulo da franquia o reinado de Street Fighter estaria ameaçado, e vários títulos ganharam notoriedade. Quando o prequel Street Fighter Alpha surgiu, apesar do incontestável sucesso, não foi o suficiente para segurar a coroa de rei dos jogos de luta. Aias, essa coroa nunca mais teve um dono absoluto, e o posto de Rei variava entre jogos distintos, geralmente da Capcom ou da SNK (sem piadinhas  sobre The KING of Fighters, por favor). Foi então que Street Fighter III foi anunciado, reacendendo a esperança de todos os fãs da série (e quem não é?) que acreditaram que Rei estava voltando… Mas ainda não seria daquela vez. Longe de ser um jogo ruim, pelo contrário, Street Fighter III é um ótimo jogo, de gráficos bonitos e jogabilidade sólida e técnica… Porém não possuía carisma suficiente para agradar o público, principalmente por ir contra o que os fãs da série esperavam… O jogo era extremamente diferente de sua segunda versão no sistema de luta,   nos gráficos, na parte sonora (que uns amam e a maioria odeia…), mas principalmente no seu elenco: Ao ser lançado, somente Ryu e Ken permaneciam entre o rol de lutadores, em meio a um bando de “esquisitões”, mocinhas e rapazes que ninguém conhecia e que a grande maioria nem fez questão de tentar conhecer. Nem a adição posterior de Akuma e Chun-Li como reforço conseguiram afastar o terceiro capítulo do jogo da obscuridade. Faltou, essencialmente,  carisma.

O Retorno do Rei

Mas parece que a Capcom se tocou quanto a isso, e apostou num total retorno ao sucesso certeiro do passado ao mesmo tempo em que apresentava inovação suficiente quando anunciou o quarto capítulo da saga dos lutadores de rua. Street Fighter IV pode ser considerada a evolução natural de Street Fighter II, e o objetivo da Capcom realmente era esse.

Street Fighter IV se passa cronologicamente após o segundo capítulo da série, com M. Bison/Vega supostamente morto e uma nova organização criminosa em ascensão. O objetivo era fazer a ligação entre a série principal e Alpha/Zero com o terceiro capítulo, mas a escassez de citações a esse último e a total ausência de personagens daquela saga fizeram diferença para que a Capcom atingisse esse objetivo (e, a meu ver, é a maior das poucas falhas que esse jogo apresenta).

Se você ainda não tem um PS3, ligue pra Maísa...

Se você ainda não tem um PS3, ligue pra Maísa...

The Kings of Fighters (é, não aguentei!)

Todo elenco original está de volta, com excessão (por pouco tempo, diga-se) de T. Hawk e Dee Jay que, convenhamos, nunca foram conhecidos por sua popularidade nos tempos de escola… Somam-se a esse elenco Dan, Gen, Rose (eba!) e Sakura (Ahem…) da série Zero, para fazer uma ponte na cronologia, além de quatro personagens novos, exatamente como ocorreu em “The New Challengers”, sem contar o “simpático” chefe final e Gouken (a.k.a. Sheng Long), mestre de Ryu e Ken, supostamente morto, que aparece como personagem secreto juntamente com o adorado e conhecido Akuma/Gouki, o senhor carisma.

Uma personagem boa.

Uma personagem boa.

The New Challengers

Sobre o elenco novo, temos o já citado Gouken, personagem “secreto” que vem para engrossar o caldo dos personagens “shotokans” (personagens no estilo Ryu e Ken, como Akuma, Sakura, Sean, e por que não Dan, apesar do estilo desse ser “original”) afinal, os shotokans estão para Street Fighter como os Ninjas estão para Mortal Kombat (e os esquisitos para Guilty Gear, mas não vem ao caso), sendo que Gouken é o lendário Sheng Long, mestre de Ryu e Ken que já gerou muita polêmica através dos tempos. Ele usa uma forma mais forte e brutal (e conseqüentemente mais lenta) do estilo, disparando Hadoukens em todas as direções, utilizando um Tatsumaki (trequituguê ou protector) vertical e guardando o Shoryuken apenas para o seu especial, além de alguns golpes inéditos para Shotokans, como o salto seguido de variadas finalizações e um golpe de aparar e contra-atacar, que pode ser fatal nas mãos de jogadores acostumados com personagens de counter, pois é raro um personagem de contra-ataque possuir projeteis.

Entre os não-secretos temos a nova queridinha dos jogadores, Crimson Viper, uma MILF ruiva estonteante que parece fugida diretamente dos jogos da SNK, tanto na aparência quanto na gama de golpes elétricos ou flamejantes, motivo que fez com que a principio eu e muita gente não gostasse muito dela. Porém a sua versatilidade faz dela uma personagem bastante completa. Seu estilo de luta baseia-se em ataques aéreos que ainda podem ser combinados com um chatíssimo golpe que ataca por baixo, obrigando o adversário a estar sempre no ar. É a única personagem que tem um superpulo, graças ao seu traje especial, que aumenta suas habilidades de luta além de providenciar os poderes da moça. Esse traje é fornecido por uma organização misteriosa que não deixa claro seus objetivos, nem de qual lado está.

Abel, personagem chave no enredo do jogo, com fortes ligações com a organização Shadaloo Shadow Law SIN e com o último chefe, Seth. Meio que o Axel de Street Fighter IV, tanto por ser peça fundamental na história quanto por ser um personagem de apressamento (agarrões e arremessos) e, assim como Alexl foge do estereótipo de personagens de apressamento lentos e pesados, possuindo uma gama de golpes fulminantes, porém versáteis, misturando algumas artes marciais. Provavelmente o segundo novato preferido entre os jogadores.

Rufus lenhador, é um personagem cômico que tem como principais características sua obesidade e sua rivalidade com quem? Ken pelo título de maior lutador dos Estados Unidos, apesar desse último não dar a mínima pra ele. Sua gordura engana, pois o lutador tem um estilo de luta rápido, baseado em golpes sem projeteis porém com ótimo alcance e movimentos erráticos que podem surpreender o adversário.

E temos El Toro Fuerte, personagem mais decepcionante pra mim. Ele é um lutador de lucha-libre mexicano, rápido como o Yoda com pó-de-mico e de jogabilidade muito esquisita. Basicamente o que ele faz é correr de um lado a outro da tela, possuindo um leque muito grande de saltos e agarrões para finalizar essa corrida. Não sei o quanto às pessoas conseguem jogar com ele, mas eu só consigo correr diretamente para as magias ou punhos de lutadores muito maiores ou mais fortes, pois além de tudo El Fuerte não faz jus ao nome. Derrotar Zangief com esse personagem pode ser um exercício de paciência. Seu objetivo é viajar pelo mundo coletando receitas pra fazer o Ultra Dessert prato definitivo, e o porque dele fazer isso se inscrevendo no torneio mundial é algo que não devemos perguntar…

Completa o time de novatos Dural Neo Geegus Seth, o último chefe sem sal, que é uma mistura de Gil com Shang Tsung e Estatueta do Oscar. Parte de um experimento da organização SIN, esse lutador criativamente reúne versões de golpes de vários lutadores, coisa nunca antes vista em um último chefe. Sheng Tsung e todos os nomes riscados no início desse parágrafo mandam saudações. Sendo assim, o mesmo tem entre seus golpes o Sonic Boom (Alex Full, Ranequifú), o teleporte Yoga e a elaticidade de Dhalsim, Shoryukens, o pilão rodado de Zangief, o chute múltiplo da Chun Li, entre outros. Além de ter o especial mais ridículo de todo o jogo, que eleva o termo “vergonha alheia” para níveis só alcançados anteriormente por Voldo, Bo Hai Sho, ou outros menos memoráveis.

Já levou um Hadouken-Beijinho?

Já levou um Hadouken-Beijinho?

O sistema de jogo

O sistema de jogo de Street Fighter IV é muito funcional, agradando a quem gosta de um jogo mais técnico é permitindo ao Ryunoken jogador iniciante ou aquele Ryunoken “Button Smasher” que também desenvolva algumas técnicas de jogo e não fique decepcionado. Os agarrões voltam a ser dados apertando o soco e chute fraco, e podem ser direcionados pra frente ou pra trás. Existe uma barra de especial que se enche em quatro níveis, habilitando o Super Combo do personagem, porém você pode apertar os três botões de soco ou chute ao aplicar alguns golpes e desferir uma versão EX desse golpe, gastando um dos níveis da barra em troca de um golpe devastador e com efeitos diferentes de sua versão comum, o que acrescenta muito em estratégia.

Além do especial normal, você pode dar um Ultra Combo, que fica disponível ao encher uma outra barra que sobe à medida que você apanha, e também possuí vários níveis. Esse golpe é uma versão EX do seu golpe especial, e realmente pode decidir partidas. Além disso temos o Focus, que é um golpe carregado que você usa apertando os dois botões médios. Ele pode ser carregado até o nível máximo de potência, acertando o inimigo e deixando ele inconsciente e pronto pra sofrer um belo encaixe de golpes. Esse golpe também pode ser carregado bem pouquinho, servindo com um cancelamento ou um encaixe de combo, ou pode ser carregado intermediariamente ajustando o timming à sua necessidade. Enquanto o Focus é carregado, seu personagem ignora um golpe do inimigo, a não ser que esse também seja um golpe Focus totalmente carregado.,

O equilíbrio de personagens é um caso a parte: Agora você pode jogar bem com quase todos os personagens, porém alguns ficaram totalmente monstruosos, pois perderam suas desvantagens sem deixar suas vantagens de lado. Peguemos o exemplo de Zangief, que é conhecido pela sua força mas também por sua lentidão e dificuldade de execução de golpes… Mas agora o russo está mais rápido do que nunca, com alcance gigantesco e golpes que saem com uma facilidade imensa. A maioria dos personagens passou por esse processo de retirada de defeitos, mas não houve um contra balanceamento, gerando um panteão de personagens nos de jogar, com alguns MUITO bons de jogar no meio. Dhalsim ganhou alterações no funcionamento de golpes e alguns movimentos novos ou de outras versões. E. Honda nem parece um gordo de tão rápido, e o alcance de seu Headbut (cuscuz) está imenso. Dos poucos que perderam algo, podemos destacar Akuma que ficou meio apagado no meio de tanto upgrade e Chun Li, que perdeu muito em velocidade, apesar de ter ganhado em… coxas.

Awww Ah AAAh AWwWWWW

"Awww Ah AAAh AWwWWWW"

Os modos de jogo

O modo Arcade é o principal, onde você luta com vários personagens até chegar ao chefe final. Saem os subchefes e entra em cena o “Rival”, que é um personagem chave (ou não) na história de seu personagem, que você vai enfrentar antes da luta final. Uma cena de interação entre os dois personagens será mostrada antes da luta, e os dois terão vários momentos de diálogo durante a mesma, às vezes dramáticos (Gouken e Ryu, que julgava esse primeiro morto, por exemplo) e as vezes muito engraçadas, como é o caso de Dhalsim e Rufus, que ao ver aquele primeiro flutuando por aí acredita que o mesmo é um alien, gerando várias linhas de diálogo muito divertidas. (além de um “I am not a Alien!” como frase final, caso Dhalsim vença!).

Uma grande adição ao modo árcade é uma opção que faz com que seu console se comporte como um árcade real, pois enquanto você luta qualquer lutador do mundo pode “colocar uma ficha” e “entrar contra” você a qualquer momento, como se você estivesse naquele fliperama da rodoviária. A sensação de nostalgia só seria maior se você pudesse ver a cara do adversário ou tivesse juntado o troco do pão pra estar ali.

Temos também o modo Challenge, onde você tem que vencer desafios propostos pelo computador, tendo o pobre Dan como Sparring (o popular saco de pancada). Esses desafios geralmente são seqüências de combos pra te ajudar a treinar técnicas avançadas, como combinações com especiais ou cancelamentos. Se você quer se dedicar ao jogo, você terá horas de tentativa-e-erro para ajustar o timming desses desafios… eu mesmo desisti, e deixei de lado ícones e títulos pra usar nas batalhas on-line, além de ótimas artworks pra Galeria. Durma com essa derrota.

O modo Versus não tem nenhuma novidade significativa, e o modo de batalhas em rede é separado deste, sendo chamado de Network Battle. Também foi anunciado para breve um modo Tournament, ainda sem grandes detalhes.

Só pose. Meu cabelo tá bom?

Só pose. Meu cabelo tá bom?

Gráficos e Som

Os gráficos tão polêmicos ao serem anunciados, se mostraram afinal, uma grande adição a evolução do título. Fugindo do 3D mais realista de Tekken ou Virtua Fighter, o estilo utilizado aqui soa como uma renderização de um desenho 2D… Assim temos mulheres de coxas de 15 quilômetros e mão enormes, homens com músculos até no cérebro e outros exageros cômicos ou dramáticos, como as expressões pavor ao perceber que será alvo de um Ultra Combo ou de dor quando recebe a mesma. Essas expressões existiam nos jogos 2D, e foram muito bem traduzidas para o 3D. Outra vantagem foi a possibilidade de adicionar novas roupas aos modelos 3D, e algumas das segundas roupas foram muito inspiradas, como Zangief vestido como Mike Haggar, e outras foram páginas vergonhosas que gostaríamos de esquecer. Ouviram, Fei Long, Abel e Dan?

O som é bom no geral, mas tem altos e baixos. A introdução tem duas músicas, uma cantada e outra não. A música cantada não é ruim, mas a outra combina muito mais com o jogo. Além disso temos grandes acertos, como a música de Ryu, finalmente orquestrada, entre várias outras adições não tão inspiradas. Os efeitos sonoros e vozes estão muito competentes, e uma opção fantástica é que você pode escolher se o personagem falará em inglês ou japonês, permitindo mais fidelidade ao background do mesmo. Perfeito seria se cada um pudesse falar em sua língua nativa… Já pensaram, El Fuerte falando em Mexicano, Zangief em russo, Dhalsim como se tivesse saído da novela das oito e Blanka grunhindo em português? Quem sabe em uma atualização?

Cada um com seus “pobrema”.

Street Fighter IV tem poucos defeitos comprometedores. Um deles é que, se o jogo se propôs a fazer uma ponte entre seus primeiros capítulos e a terceira versão, ele falhou miseravelmente, pois praticamente não faz menção a terceira parte da franquia, fora uma rápida aparição de Yun e Yang na cena de abertura da Chun Li. Seria muito melhor que a historia evoluísse naturalmente para a do terceiro episódio, inclusive com a adição de personagens daquela franquia (meu voto seria Alex, pela obviedade, Ibuki, Oro e um dos chineses, no mínimo) que inexplicavelmente não ocorreu.

Outro defeito é a falta de cenários, sendo que não existem mais cenários específicos pra cada personagem, um fator que não altera o jogo mais faz muita falta pro lado “World Warriors” do jogo e para a mítica da série.

No mais, pequenos ajustes no equilíbrio de personagens que provavelmente virão em breve.

E El Fuerte.

Troféu Joinha!

Troféu Joinha!

Enfim

Street Fighter IV é uma pérola dos jogos de luta, com inovações suficientes para agradar quem esperava por novidades mas espírito suficiente pra agradar os redatores da Velhos Bons Tempos mais saudosistas ou quem já estava acostumado com o jogo. Com um fator replay infinito, que durará enquanto você gostar de Street Fighter, isso sem contar as centenas de troféus, ícones, títulos e artworks para habilitar, esse é o jogo de luta definitivo. De novo. Até a próxima atualização/versão.


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Novo King of Fighters será um shoot’em up (?!) Novos Bons Tempos parte II – Smash Brawl!

6 Comentários Add your own

  • 1. Robson França  |  abril 22, 2009 às 12:04 am

    Meu comentário: ainda não joguei o jogo, mas jogarei. No entanto eu considero esse “defeito” (não se ligar a SF3) uma vantagem: pouca gente se lembra do jogo, muita gente (eu incluso) detesta o jogo que, na minha opinião, sofre da praga do número 3 em jogos de luta (vou escrever algo sobre isso em breve). Além disso a própria Capcom não gosta do SF3. Por isso essa referência foi desprezada.

    O jogo em si parece muito bem feito mesmo com as chupinhações em KOF (botão para carregar? Falta só striker agora…) . Falando nisso quando será que o novo KOF vai sair para consoles? Segundo a SNK ele vai ser realmente HD, pois além dos sprites as animações também aumentarão, tanto em qualidade como número de frames. Vamos ver.

    Abraços

    Responder
  • 2. Rafael "Barry" Ventura  |  abril 22, 2009 às 2:41 pm

    Oi, Ryu!

    Concordo que deveria haver pelo menos UM personagem de SF3 pra fazer ponte.

    No geral achei bem legal, mas joguei muito pouco. Só joguei uma partida no versus, queri jogar mais algum dia. Seu review está bem esclarecedor, e gostei dos pontos baixos que apontou.

    Só acho que você se embananou ao escrever “Alex” no começo do review =P

    Responder
  • 3. Krycov  |  abril 23, 2009 às 9:27 am

    Haduken!!! Wow!!! Taranrantan taranran taranrantataran… Wow!!!! Messatsu!!!
    Mega Post Riynoken,,, muito bom

    Realmente Street Fighter 4 veio para agradar Gregos, Troianos e Corintianos, e ainda vem com pontos positivos e negativos, como um bom jg tem q ser, pra ser assunto na segunda feira mais do q a rodada de futebol de domingo.. realmente agente sente falta de algumas coisinhas q daria mais qualidade ao jg… mas nada tão necessário q deixe o jg paia
    Infelizmente pra mim, q ainda não sou portador de um VG da NGen.. não aproveito o tanto que eu queria… mas só com as reuniões de amigos que ocorre as vezes já dá pra matar a vontade… afinal nessa nossa agitada rotina não teriamos realmente tempo para aproveitarmos como queriamos… sem falar nos outros jgs q tem pra jgr… mas enfim, o jg tá muito bom… os personagens novos são relativamente bons, acho q não dá pra pedir mais do que aquilo pra personagens novos de SF… e o importante é q dá pra tirar horas de racha com os amigos…

    é isso ai pe pe pe pessoal
    T+

    Responder
  • 4. Tottou  |  abril 23, 2009 às 11:37 pm

    Concordo, jogasso absurdancte. Agradando gregos e goianos.
    Ouvi dizer que novo update de SF4 vai ter Yun e Yang de SF3 :OO!!

    Responder
  • 5. Kaka  |  maio 1, 2009 às 4:39 am

    Excelente review, Ryunoken! “Street Fighter IV pode ser considerada a evolução natural de Street Fighter II”. Se o review fosse meu, teria essa frase, pois foi exatamente o que eu senti quanto joguei SF 4 pela primeira vez, e não foi somente porque os 12 personagens clássicos estão presentes dessa vez.
    Se eu não estudasse de manhã, ligaria pra Maísa todos os dias! :(

    Responder
  • 6. Gogeta  |  setembro 27, 2009 às 12:54 am

    :***

    Responder

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