Novos Bons Tempos parte II – Smash Brawl!

abril 22, 2009 at 2:40 pm 11 comentários

Por Barry Burton

Seguindo o post do maxi, faço também meu próprio capítulo dos Novos Bons Tempos.

Eu no AF fazendo aquecimento pra jogar Smash

Eu no Anime Festival em BH fazendo aquecimento pra jogar Smash

Como todos os meus colegas daqui da WZ, tenho várias lembranças dos Velhos Bons Tempos, da época em que eu economizava o dinheiro do lanche na escola para apanhar jogar jogos de luta na locadora perto de casa, que tinha vários gabinetes arcade. Muito do meu treino em Street Fighter Alpha, e, em menor grau, na série VS da Capcom e em Killer Instinct, realizei nessa época. Foi meu período áureo dos jogos de luta, e jogar contra os donos da locadora que usavam cheat de vidas infinitas (ou seja, jogavam de graça pra tirar seus próprios clientes das máquinas e fazê-los gastar mais dinheiro com fichas) me fez ficar razoavelmente bom.

Mais tarde, jogava muito com o pato meu primo maxi diversos títulos de luta, como King of Fighters, Samurai Shodown, Darkstalkers, Justice High School, dentre outros, sendo que na maior parte do tempo o medidor de vitórias pendia pro meu lado. Foi só quando encontrei outro colega meu, Gleycon, que revivi os desafios de jogos de luta. Viciadíssimo em Soul Calibur e Street Fighter II, jogamos tanto no Dreamcast do maxi que até pifamos o leitor de discos. Foi a época em que mais evolui. Fato é que no primeiro evento Animinas daqui de BH, no qual havia gabinetes arcade para se jogar de graça, fiquei jogando com a Chun-Li em SFA2 por uma hora e meia direto sem sair, parando de jogar porque uma bolha estourou no meu dedo que segurava a alavanca. E olhe que o botão de chute forte e a diagonal inferior direita nem estavam funcinando!

Foto dos bastidores do filme que mostra Chun-Li treinando com seu mestre, Gen

Foto dos bastidores do filme que mostra Chun-Li treinando com seu mestre, Gen

Pois bem, desde o afastamento entre mim e meu colega devido a trabalho, formatura, mudança de cidade etc., também me afastei dos jogos de luta por um bom tempo. Até que meu irmão inventou de comprar Super Smash Bros. Melee, para Game Cube.

Confesso que não era aficcionado pela série, mesmo porque havia alugado certa vez o título anterior para N64 e não tinha achado nada de mais, por ter poucos personagens e golpes. No entanto, jogar periodicamente com meus irmãos a incrementada e sem dúvida superior versão de GC me fez notar o quanto o sistema do jogo é, na realidade, profundo e estratégico.

Uma coisa que muitos reclamam em jogos de luta, e com razão, é sobre a real finalidade de se decorar tantos comandos diferentes para cada personagem. Por que não dar a mesma chance para todos soltarem os golpes mais legais de forma fácil? Afinal, o que faz um jogador bom em um jogo de luta é saber QUANDO aplicar os golpes. Essa é a premissa de Smash Bros.: ser acessível e permitir uma evolução para o jogador tão profunda quanto Soul Calibur e Street Fighter. Algo como F-Zero e os Mario Karts antigos. E falo com propriedade, afinal, modéstia a parte, sou bom nos outros.

Smash passou a ser meu jogo de luta favorito.

Um rabisco meu em homenagem à adolescente que controla o robô Metroid

Um rabisco meu em homenagem à adolescente que controla o robô Metroid

Só havia um porém: a versão Melee apresentava um glitch, que não seria tão terrível se não fosse permitido em “torneios oficiais”: o famigerado wavedash. Trata-se de um movimento complicado no controle no qual você faz uma esquiva aérea na diagonal logo depois de sair do chão, que como resultado deixa você invencível enquanto pode se movimentar livremente pelo cenário. Algo que COM CERTEZA não fazia parte da programação do jogo, mas que maus jogadores passaram a usar em campeonatos, alegando a boa e velha máxima “se está no jogo é pra usar”, ao mesmo tempo em que negavam os itens e alguns cenários, privilegiando personagens que ganham larga vantagem com isso, como Marth e Sheik, e chutando para escanteio outros como Bowser e Yoshi.

Um exemplo de como o wavedash pode ser ridículo

Um exemplo de como o wavedash pode ser ridículo

Pois Sakurai simplesmente limou a possibilidade de se fazer tal “técnica avançada” em Smash Brawl, para Wii. Aliando isso a outros argumentos como “a gravidade está estragada”, “o Sonic é tosco” e “não colocaram o Mega Man”, vários jogadores “pro” de Melee detestaram Brawl. Bom para os outros jogadores, que acabaram vendo que a versão Brawl é muito mais equilibrada e variada.

Pois bem, mas o que tudo isso tem a ver com o post do maxi? É que, enquanto ele fazia rodinha no Street Fighter IV com o Zangief no evento Anime-treco que ocorreu nesse fim de semana em BH, meu irmão e eu fazíamos rodinha do lado dele no Smash Brawl. Apanhei a primeira vez por não estar acostumado a jogar apenas no Wiimote – devido ao treino intensivo no Melee, jogo com o controle de GC – porém, logo depois, já passei a ganhar. Meu irmão foi o primeiro a fazer rodinha com o Ike, derrotando 6 em seguida, até que eu o tirasse com a Samus. Tive que jogar com ela, pois meus outros melhores personagens, Olimar e Zelda, exigem muita precisão nos golpes, algo que eu ainda não tinha com o Wiimote. A Samus, no entanto, é bem mais lenta e tem vários ataques à distância, o que me dava um respiro muito bom.

Fiz uma rodinha de 7, até meu irmão, novamente com Ike, me tirar (ODEIO o Final Smash do Ike, principalmente quando não consigo esquivar por conta do maldito Wiimote!). Ele extrapolou, então, derrotando 12 em seguida. Nesse momento eu havia saído para dar uma volta no evento – o que não me rendeu muita coisa, aliás, pois está a cada edição mais pobre.

O máximo de pornografia que você verá em um jogo da Nintendo

O máximo de pornografia que você verá em um jogo da Nintendo

Quando voltei, estava um moleque jogando com o Diddy Kong de uma maneira que nunca havia visto. Aliás, nem sabia que se podia fazer tanta coisa com o chimpanzé. Perdi feio na primeira vez, escorregando em praticamente todas as cascas de banana e suicidando-me como um idiota apertando baixo + ataque no precipício (merecendo até um comentário infame de um espectador, algo como “movimento de mestre!”). Graças ao Wiimote.

Aí que meu outro irmão, acostumadíssimo a jogar no Wiimote (porque ele joga tão freneticamente que arrancou a borracha do analógico do GC, sem contar que estragou dois controles, e não queríamos que isso acontecesse mais), resolveu participar pegando seu melhor personagem: Lucas. Confiante como ele só, começou brincando com seu adversário, que jogava com Pikachu, até sofrer um suicídio bem imbecil ao usar o PK Thunder no precipício. Então se desesperou e perdeu vergonhosamente quando seu tamanho gigante ajudou o Final Smash do Pikachu a causar mais danos e hits.

Entrei novamente com a Samus e fiz mais uma rodinha de 5, até uma menina incrivelmente boa com o Yoshi me matar em uma disputa super equilibrada.

Não parece, mas esse velociraptor hermafrodit carrega dentro de si um rancor vingativo inacreditável

Não parece, mas esse velociraptor hermafrodita carrega dentro de si um rancor vingativo inacreditável

O que mais gosto em jogar com desconhecidos é poder ver como este jogo realmente é equilibrado. Todos os personagens são bons, se você souber jogar com eles. Em casa, um irmão meu detona com o Ike, Luigi, Lucario e Snake, enquanto o outro, com Jigglypuff, Lucas, Diddy e Sonic. Minha namorada Gabi, que talvez vocês conheçam em um futuro próximo como Luna, vai com Pit, Zelda, e Donkey Kong. O maxi, em menor grau por falta de treino, rende boas brigas com Wario, Sonic e Kirby. Eu domino Wolf, Zelda, Olimar e Zero Suit Samus, e me divirto com Pokémon Trainer, Pikachu, Kirby e Falco. Ver como outros jogam com personagens totalmente alienígenas pra mim, como Bowser, R.O.B. e Yoshi só ajudam a enriquecer minha já excelente visão sobre o equilíbrio do jogo, o qual não rende apenas boas lutas de um contra um, mas também de quatro participantes simultâneos e com toda a causação de itens na tela.

Quem é bom mesmo sobrevive ao massacre causado pelos itens, e de forma alguma eu acho que eles afetam o fator sorte. Alguns Final Smashes são sim melhores que outros, como o do Sonic e dos membros de Star Fox que quase sempre garantem “matadas”, e o da Zero Suit Samus, Peach e Mario que dificilmente matam alguém, mas no geral não são eles que decidem as partidas.

O Metroid deixando a princesinha do jogo do Zelda como sacrifício pro Godzilla

Metroid deixando a princesinha do jogo do Zelda como sacrifício pro Godzilla

As rodinhas feitas por quem era bom no jogo também provam que ele está longe de permitir que button-mashers vençam, como acontece com Soul Calibur e Tekken.

E vocês, o que acham dos atuais jogos de luta? Quais são seus favoritos, e por quê?

P.S.: Sim, eu SEI que a Samus é a mulher que usa a Power/Varia Suit para enfrentar o Metroid, que é aquele alienígena viscoso. Sei que o Gen NÃO é o mestre da Chun-Li. Sei também que Zelda É a princesa. E que o Bowser NÃO é o Godzilla. Só pra deixar claro… =P
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11 Comentários Add your own

  • 1. maxi2099  |  abril 22, 2009 às 10:57 pm

    Você só perde em SC para button-mashers se for noob.

    Responder
  • 2. Rafael "Barry" Ventura  |  abril 22, 2009 às 11:11 pm

    Tipo todo mundo no torneio aqui em casa suando frio contra a incrível técnica do Wilson de apertar duas vezes pra frente e Y com o Cervantes. Ou então meu irmão, com a inacreditável cabeçada com escudo do Lizard Man. Se bem que esses não são button-mashers… são tech-repeaters (isso existe?).

    Mas levando em conta o pau que a gente levou do colega de quarto do Gleycon aquela vez jogando com o Kilik, sendo que ele nunca tinha jogado, acho que isso se confirma.

    Responder
  • 3. Robson França  |  abril 23, 2009 às 3:24 am

    Ótimo post, Barry! Tenho o Smash Bros. Melee e sempre tive vontade de jogar o Brawl. Mas justamente por não ter gostado do esquema do Wiimote (que funciona em alguns jogos, mas não em todos) eu continuei (e continuo) na vontade.

    Meus jogos de luta favoritos? Vixe, senta que lá vem história:

    1) Street Fighter 2 do Mega: mesmo com as vozes com chiado, é o que eu mais gosto pela jogabilidade (o controle de 6 botões do Mega é excelente) e pela velocidade (dá para deixar o jogo tão rápido que não dá nem tempo de falar ROUND 1 FIGHT!)

    2) MK II no Mega/32X/SNES: pegaram um jogão (MK 1) e fizeram a lição de casa nos dois consoles. A versão do 32X é muito boa, por incrível que pareça

    3) KOF 96, 98, …: Odeio Kings 97. Pronto falei. Gosto muito dos demais, principalmente do 98, a versão do Dreamcast. Falando em Dream:

    4) Marvel vs. Capcom II: foi o meu primeiro jogo de DC. Precisa dizer mais?

    5) Marvel Super Heroes: joguei nos arcades, no Sega Saturn, e continuo jogando até hoje

    6) Real Bout: Fatal Fury : muito louco, com as melhores animações, bonecos gigantes e nenhum problema de slowdown ou animações toscas (como AoF III, por exemplo)

    Acho que é isso. Não estão em uma ordem particular, mas são os jogos que mais gosto do gênero luta. Sem contar Smash Bros., é claro.

    Abraços

    Responder
  • 4. Num  |  abril 23, 2009 às 10:35 am

    Dos jogos de luta que tive algum interesse e empenho, comecei com SFIIT, passei brevemente por Killer Instinct, depois foquei em SFA3 e na série Versus. Nunca gostei de Mortal Kombat (apesar de ter jogado todos os 2D) e Art of Fighting, e nunca me interessei por KoF (mesmo tendo gostado de Fatal Fury). Guilty Gear é uma série que eu tive curiosidade mas acabou passando em branco por falta de oportunidade, e a maioria dos jogos 3D eu desanimei logo na primeira experiência (apesar de que curtia jogar Virtua Fighter 1, o tosquinho lá). Com o anúncio de Brawl comecei a me interessar mais por SSB (já jogava antes, mas nada sério), e peguei o básico de Melee em tempo para o lançamento do novo título. Se tornou minha série favorita em poucas semanas.

    Smash Bros (Melee e Brawl) é, de longe, a série que mais pune button mashers, na minha opinião. É praticamente impossível fazer bons golpes “na sorte”, já que ataques imprecisos no controle vão acabar sempre realizando smashes (golpes geralmente lentos). Mais trocentos outros aspectos, como golpes usados com frequência excessiva serem automaticamente nerfados (sério: por que os outros jogos de luta ainda não começaram a fazer isso?) e muita facilidade de movimento (no mínimo dois pulos, fora esquivas), tornam truques manjados como spam de projétil algo completamente impensável. O problema mesmo é que o esquema de controle, que no início parece ser o mais simples de todos, logo se revela como o mais complexo… pela minha experiência, um jogador precisa de consideravelmente mais tempo com SSB até começar a ter resultados, comparado a SF, SC, KoF e outros.

    Eu gosto muito da mecânica de Brawl, e para mim os dois jogos são distintos (no sentido de que um não substitui o outro). Melee favorece mais movimento terrestre (por bem ou por mal), Brawl procura forçar você a ter uma boa ofensiva aérea também, e isso fica bem visível na quantidade de personagens com recuperação monstruosa. O que me desanima no povo que vejo jogando por aqui é que ainda não aprenderam isso, ficam tentando usar tática de Melee em Brawl, perdem feio e aí botam a culpa no jogo… seria o equivalente de um jogador de Street Fighter Alpha tentar jogar SFIV, apanhar porque ficou o tempo todo tentando dar defesa aérea, e baseado apenas nessa experiência concluir que Alpha é melhor.

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  • 5. Michael Robert  |  abril 23, 2009 às 11:19 am

    Cara cada vez que eu acesso seu blog eu entro em nostalgia… E também me fez lembrar un dos poucos comerciais que me lembro e que eu vi no ramo de video games, que foi o da NINTENDO com o jogo KILLER INSTICT e a clássica fraze onde dizia-se ou é nintendo ou nada… LEMBRAM????
    ACESSEM Blog ELETTRON achei uns comerciais da Nintendo em homenagem a Voces… Grande abraço

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  • 6. maxi2099  |  abril 23, 2009 às 1:12 pm

    Que eu me lembre, o Gleycon falou abertamente que costumava treinar com aquele colega dele, e que assim como nós estava jogando o terceiro jogo pela primeira vez aquele dia.
    E minha memória deve estar pior que a sua, porque eu também me lembro claramente do pessoal na sua casa reclamando nos campeonatos que na final sempre dava eu contra você, tirando umas poucas vezes que o Daniel chegou na final quando ele escolhia o Mitsurugi e jogava direito ao invés de tentar pegar o Maxi e ficar apertando os botões aleatoriamente como ele gosta de fazer.
    E sobre o Wilson e o Felipe, eles tentam te jogar para fora do cenário com um golpe específico ao mesmo tempo que se preocupam em continuar atacando com outas coisas para matar ou fazer você recuar no cenário, que é a mesmíssima coisa que eu faço com o Maxi e que você sempre cai.

    Responder
  • 7. Rafael "Barry" Ventura  |  abril 24, 2009 às 1:59 pm

    Olá, pessoal! Obrigado por terem gostado!

    Robson, no Brawl você pode jogar com o controle do Game Cube, sem problemas. Ele aceita tanto ele, quanto o Classic Controller, só o Wiimote ou o Wiimote+Nunchuck (que eu acho o pior esquema). Também não gosto do KoF 97, acho um dos piores da série. Os que você citou são muito bons, apesar de eu concordar com o Num e nunca ter gostado de MK e AoF, mas minha pergunta foi sobre os atuais jogos de luta =]

    E maxi, não, o colega do Gleycon não “treinava”. Ele no máximo servia de substituto pro boneco do training. Sério mesmo, ele não sabe jogar! Não lembra que ele ficava apertando loucamente os Ls e Rs?

    Responder
  • 8. maxi2099  |  abril 24, 2009 às 4:17 pm

    Que eu me lembre ele jogava bem e de maneira ritmada, se isso se dava por ele apertar os botões aleatoriamente aí eu já não sei.

    Responder
  • 9. Velhos e Novos Bons Tempos! « Bem Vindo a WarpZona!  |  abril 25, 2009 às 7:52 pm

    […] vocês já perceberam, já tivemos um post de estreia do Maxi e um do Barry na nossa nova sessão, e agora, às sextas-feiras, você poderá se divertir com as historias dos […]

    Responder
  • 10. Tottou  |  abril 27, 2009 às 4:38 pm

    Bowser rula! Pilão na negada e créu geral, ouvi dizer. Zangief da Nintendo e tudo mais.
    :]
    E comentando sobre Button smashers, de fato, brawl não facilita a vida para tais. Mas nem SC ou Tekken. I mean, pelo menos o grafico de aprendizado seja um pouco diferente.
    Enquanto no Brawl qnd vc aprende e usar o pulo duplo e entender o que é smash, vc ja´se considera um jogador mediano, que não é pwnado de forma alguma contra button smashers.
    No Tekken, os eddy gordo smashers faziam a festa, mas eles se tornam bosta pra quem entende do jogo, no entanto, vc chegar a esse nível é mais difícil.
    Aconteceu algo parecido no campeonato de SC4 do Duk. Como não sou bom no jogo, queria pelo menos ficar bem posicionado no ranking geral, treinei com a taki. Perdi o primeiro por ring outs pro chapa doppelz, tirava todo HP dele, e ele me dava um chute, e ganhava, era triste. Apelei. Fui com Astaroth e fiquei apertando cima+atk forte. Ou seja, smashing buttons, venci todas até enfrentar yuri que sabe jogar (foi o segundo colocado). Ou seja, ngm dos demas, que tinha experiencia de jogo conseguiram desvencilar do famoso “Time to die!” do grandão cheio da creatina do Astaroth.
    E é por isso que gosto de SF, FF e KoF. Jogadores que entendem como pular já não são vítimas de smash buttons biacthes.

    Responder
  • 11. Kaka  |  maio 1, 2009 às 4:45 am

    “Uma coisa que muitos reclamam em jogos de luta, e com razão, é sobre a real finalidade de se decorar tantos comandos diferentes para cada personagem. Por que não dar a mesma chance para todos soltarem os golpes mais legais de forma fácil? Afinal, o que faz um jogador bom em um jogo de luta é saber QUANDO aplicar os golpes.” Você acabou de definir a tendência dos jogos de luta atuais – os bons – , e eu acredito que essa “mudança de paradigma” tenha surgido justamente com o Smash bros.
    No mais, assino embaixo – literalmente – o que Tottou falou.

    Responder

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