WarpReview – Guadia Quest

junho 19, 2009 at 3:57 am 3 comentários

por Ryunoken

O rei de Ceentran convoca você e os outros dois descendentes dos lendários heróis que um dia salvaram nosso mundo do caos para ajudar a solucionar um dilema que ameaça novamente todo o planeta. Existe um desiquilibrio entre esse mundo, o mundo superior, governado pelo HolyGuardian e o mundo inferior, dominado pelo DarkLord, e após a morte de sua esposa e o sumiço de sua filha, o rei de Centraan não conseguirá reaver o equilibrio entre os três reinos sem a sua ajuda… Mas as coisas podem não ser tão simples…

Neste primeiro capítulo da emblemática série da Coelacanth Games, já observamos a maioria dos elementos básicos que tornaram a série um sucesso de público e crítica até hoje.

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No comando dos três heróis, temos aqui um exemplo típico de RPG oriental, com mapas quilometricos, evolução de personagem, investigação de dungeons, muitas lutas aleatórias pra evoluir os personagens e conseguir acabar com os dificilimos chefes. Pode parecer pouco, mas em 1987 Guadia Quest foi um dos precursores do que temos hoje em termos de RPG, aproximadamente na época de Final Fantasy e Dragon Quest, a tríade sagrada dos JRPG’S de hoje em dia.

Mas já naquele tempo Guadia Quest demonstrava alguns aspectos inovadores, como as armas com conjuntos de atributos semi-aleatórios que as deixavam mais fortes ou fracas contra os inimigos e o pacto com os Guadias.

Os Guadias, nessa primeira aparição, são inimigos muito fortes aos quais se podem oferecer um pacto; Assim, se derrotados, eles passam a fazer parte do seu time, agindo de várias formas possíveis (ataques, curas, status positivos…) mas sempre por vontade própria, dependendo de sua “personalidade”. Coisa linda para a época.

Seu grupo de três é composto de personagens aparentemente iguais, mas que evoluem facilmente para o estereotipo de guerreiro, mago e um terceiro que é um pouco de cada coisa. as magias de cada um e equipamentos que podem usar reforçam essas imagens, mesmo que o jogo não deixe isso explícito.

O jogo pode estar datado, mas ainda assim vale à pena e tem seu charme conhecer a origem da série que hoje está em seus décimo capítulo, isso sem contar os spin-offs, sejam os famosos Guadia Tactics e World of Guadia até os obscuros Guadia Hunter ou o horrível cardgame Guadia’s Deck.

Guadia Quest foi obrigatório em sua época e ainda o é para todos que se interessam pela história dos RPG’S eletrônicos e dos videogames em geral.

Pra quem leu mas não entendeu nada, eu explico. Guadia Quest não é um jogo “real”, na verdade ele faz parte do jogo Retro Games Challenge, que já foi analisado aqui pelo Barry. É que os jogos que fazem parte desse título são tão verossimis que me deu vontade de viajar um pouquinho e fazer esse review imaginário, divagando sobre o que aconteceria se aquele game tivesse mesmo sido lançado em 1987. E acredito que não só Guadia Quest teria se tornado uma série de sucesso, como estariamos jogando versões next-gen de vários daqueles títulos…

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