Dez Propostas para o Zeebo

dezembro 18, 2009 at 5:44 pm 11 comentários

por Ryunoken

 

Este gigantesco texto abaixo surgiu de uma série de conversas que eu venho tendo com pessoas várias, onde eu sempre deixo claro o quanto eu sou esperançoso no projeto Zeebo (desde o seu princípio) e o quanto fico decepcionado com algumas abordagens tomadas pela Tectoy em relação ao console. Ainda não estou com o meu console em mãos, pois o meu plano de adquiri-lo agora ao fim do ano teve que ser adiado por conta de alguns problemas financeiros, mas acredito que estarei com ele em breve…

 As opiniões, sugestões e propostas apresentadas abaixo são feitas por alguém que está de fora do mercado, sendo assim geradas de fora da ótica dos negócios, mas acredito que não devem ser descartadas, pois são opiniões de alguém que ama e procura entender os videogames e seu universo, inclusive o econômico, além de refletir opiniões expressas de boa parte da comunidade de jogadores e consumidores brasileiros. Se você gostar do texto, peço por favor que republique-o em seu blog, lista de discussão, fórum ou simplesmente envie ou indique para um amigo seu. Dá minha parte, eu estarei encaminhando-o para a Tectoy e publicando-o nos locais que estiverem ao meu alcance. Sem mais, seguem as minhas “Dez Propostas Para o Zeebo“, e você é convidado a discuti-las e apresentar algumas que eu não tenha lembrando. Vamos transformar essas Dez em Dezenas, se necessário:

Dez Propostas para o Zeebo

10 – Jogos Musicais – Abordaremos a questão do Foco no 2 colocado de nossa lista, mas no momento é suficiente especular: Porque a guitarra que foi lançada recentemente para o Megadrive 4, para ser usada com o jogo Guitar Idol, não é lançada, junto com o mesmo game, para o Zeebo? E digo mais: Ampliando o campo da sugestão, seria uma bola dentro que, de tempos em tempos, edições temáticas do jogo, a preços razoáveis e aproveitando a maior capacidade sonora do console, fossem lançadas. Que tal um Guitar Idol Mamonas Assassinas, Raimundos, Angra, e porque não, Calypso (compra quem quer!)? Ou Guitar Idol MPB, Rock Nacional, Anos 80, etc e etc? Fora que, assim, as versões mobile dos consolidados Guitar Hero e Rock Band poderiam ser satisfatoriamente portados para o Zeebo.

9 – Aplicativos – E por que não? O Zeebo tem três fantásticas portas USB e um leitor de SD prontos para serem utilizados, À partir daí, cameras podem ser ligadas, imagens carregadas, música e texto, todos prontos para serem trabalhados em editores de texto, de imagens, vizualisados em leitores de PDF, imagens e quadrinhos, ou tocados e assistidos em players, isso pra ficar nos aplicativos mais comuns e solicitados. Mas a imaginação é o limite, e podemos divagar bem mais longe, de mensageiros instantâneos a editores de jogos.

8 – Ousadia – Sou só eu, ou falta mesmo ousadia nesse início de empreitada do Zeebo? Após tantas promessas, o que vemos é uma entrada mais do que tímida no mercado. Apesar de bem representado no ambiente virtual de vendas, aqui em Brasília eu só consegui encontrar o Zeebo em uma grande loja de eletrônicos, e olha que eu procurei bastante. Além do que, ouvimos falar muito menos do console agora do que antes do seu lançamento… Do que o Zeebo está se escondendo? Aprece, menino!

7 – Incentivo ao desenvolvimento – A linguagem de desenvolvimento do Zeebo, a Zeebo SDK,  é distribuída gratuitamente, porém, salvo engano meu, ela funciona com base em outra linguagem, a BREW SDK, esta sim paga. Além diss, não fica muito claro como entrar em contato com a Tectoy, como apresentar os projetos ou se há necessidade de um Kit para testar os mesmos. Seria interessantíssimo o desenvolvimento e suporte de uma comunidade de desenvolvimento para o Zeebo, além de mais integração estúdios médios e grandes. Algo como a Apple Store ou X-Box Live. Assim, com mais apoio ao desenvolvimento, apoiado por parámetros claros de conteúdo, forma e preço, veriamos mais jogos exclusivos no console, provavelmente voltados a nossa realidade. Estúdios nacionais com vontade ou possibilidade para entrar nesse mercado não faltam, e temos online dezenas de exemplos de jogos que cairiam muito bem no console, com a possibilidade de terem preços dentro dos padrões que a plataforma exige.

6 – Redes Sociais – A grande tendência da internet, o coringa da Web 2.0., a grande revolução de nossa era. As redes sociais são uma realidade, e o Brasil abarçou em massa a idéia. É difícil um brasileiro com acesso a internet que não faça parte de duas ou mais redes sociais. Integrar o Zeebo e seus jogos a redes sociais já existentes, como o Orkut, o Twitter e o Facebook seria uma cartada de mestre. E, além disso, ampliar o conceito da loja virtual do console para uma rede social, já presente no PS3, Xbox 360 e, de certa forma, Wii. Desta “Zeebonet” exigiriamos ao menos o básico: Troca de mensagens, visualização de perfil, multiplayer, comparação de scores, troféus… O potencial atrativo de tudo isso é imensúravel. Implementar isso seria um esforço consideravel, mas valeria a pena. Mas, para que tudo fosse possível, também era necessário o acesso a Internet. O que nos leva ao próximo item…

5 – Internet – Acesso à Internet através da rede 3g dedicada do Zeebo. Tanto é possível que até já foi feito: No México, um dos maiores atrativos do console (que vem de fábrica com um teclado) é o acesso a Internet. Acessar a rede para comprar e baixar os jogos continuaria de graça, e poderia se criar planos de acesso com preços justos e competitivos. O apelo para a venda do aparelho cresceria absurdamente, pois o mesmo se tornaria uma opção barata para a parcela de brasileiros que não possuí um acesso tão fácil a Internet e suas facilidades.

4 – Cumprir promessas – Muita informação é espalhada à respeito da plataforma, principalmente no tocante aos futuros lançamentos, porém nada saí do plano das idéias. Que as informações divulgadas para a comunidade sejam fiéis à realidade, e mesmo as previsões devem ser tratadas com mais cautela. Ora, boa parcela do público não sabe se é verdade e ainda espera a confirmação das conversões de clássicos de Dreamcast para o Zeebo. Outra promessa seria que, antes do período de festas, a biblioteca do Zeebo estaria na casa dos 40 jogos, que passaram a 30 e, no entanto, ainda se encontra nos mesmos títulos. E o promissor Zenonia, cuja revisão está prometida para “breve” há um período muito grande de tempo?  Ou dizer que o plano para o mesmo é bater de frente com o Playstation 2 quando a base do Zeebo ainda é pífia, e nada se faz a respeito? Vamos arcar com o combinado, e combinar só o possível…

3 – Marketing – Será que não é concenso que o investimento massivo em publicidade, ainda mais nessa época do ano, seria peça fundamental para o sucesso do console? Marketing tradicional, em revistas e veículos especializados, e Marketing Informativo: Nos, que nos interessamos por videogame, temos toda a informação sobre a potência e o modus ooperandi do Zeebo, mas o grande público não. Além do que, o público “hardcore” está sempre pronto a criticar, erroneamente, em meu ponto de vista,  a pouca capacidade do console. Hora, uma campanha informativa de peso, ressaltando as vantagens e o real escopo do console, pode diminuir o preconceito de muita gente que “entende”, além de esclarescer os leigos. É lógico que o Zeebo é mais fraco que o PS3, por exemplo, mas convém falar do preço baixo dos jogos, da não-pirataria, dos recursos possíveis, e deixar claro que o Zeebo é uma alternativa dentro do mercado. E, voltando ao marketing tradicional, todo gamer sabe como é bom ver um comercial de videogames na televisão: Todo mundo tem alguma lembrança nostálgica a esse respeito. E, hoje em dia, com o advento dos blogs, twitter e outras redes informais de informação, um comercial televisivo é ecoado e potencializado. O que nos lembra do marketing viral, que, quando bem feito, eleva a visibilidade de um produto as álturas… E que tal crianças gritando “Zeebo! Zeebo!” no Bom Dia e Compania? Ou ainda, um mascote realmente carismático para o console? E, convenhamos, nada de sacis ou curupiras, não precisamos disso e sabemos que essa xenofobialização não funciona… Muito melhor lembrar da força cômica de um Pepsiman ou Segata Sanshiro, por exemplo. Fico pensando em anúncios do Zeebo martelados incansavelmente por um Fredy Mercury Prateado , Massacration ou um Sérgio Mallandro, em comerciais engraçados (ou engraçadinhos). Você pode não gostar desses exemplos, mas não pode negar o apelo de tais personagens junto ao grande público. Mas se a idéia for assim tão abominável, que se crie um mascote de verdade, com personalidade e carisma.

2 – Foco – Nós, que acompanhamos a Tectoy desde sua época áurea, as vezes não conseguimos compreender o pôrque da empresa continuar insistindo e insistindo em  reinvenções do MegaDrive e do Master System. Ora, a empresa já teve em mãos o Dreamcast e o Saturno, então porque não trabalhar com esses consoles? Ok, ok, não vamos ser levianos justo agora: Provavelmente existem razões mercadológicas envolvidas aqui, desconhecidas por nós, meros especuladores… Porém, vamos manter nosso foco (não é esse o tópico?), que é o Zeebo, e especular um pouco mais, levando em conta que a empresa detem o direito de lançamentos de muitos dos ótimos títulos da Sega. Ora, o foco atual da empresa é, ou pelo menos deveria ser, o Zeebo. Ela mesma saturou o mercado com versões e mais versões do MegaDrive e Master System, e continua fazendo isso, a despeito da atenção que deveria estar dando ao seu novo rebento, único com alguma chance de concorrer com as plataformas já consolidadas. (Segurem o “ismo”, lembre-se do que eu falei no tópico anterior, respire. O Zeebo é, sim, possível concorrente para o seu console, pelo menos em termos de mercado), ela continua insistindo na reciclagem e manutenção de videogames definitivamente ultrapassados. Então, não seria muito, mas muito mais interessante pegar os títulos a qual a empresa tem acesso e lançar para o próprio Zeebo? Que tal um pack de Sonic ou uma edição comemorativa com os antigos jogos do Mickey ou da Turma da Mõnica para o seu Zeebo? Fantático! Elimina-se a necessidade de lançar novos consoles velhos, e ainda volta os olhos dos saudosistas para o console novo! “E onde a gente via publicar os nossos próprios jogos (Corrida de Tampinhas, alguém?) daqui por diante?” – Pergunta a Tectoy. Ora, no Zeebo também, em pacotes! E aproveitem a deixa e a arquitetura favorável do console, e portem os ótimos jogos da Tectoy Mobile para o menino também! O que importae se desapegar do passado e voltar todos os olhos para o Zeebo! O que nos leva ao derradeiro trunfo para que este se torne um videogame forte, saudável e competitivo:

1 – JOGOS – Enfim, chegamos no ponto óbvio e ululante desse texto, o “detalhe” que já derrubou muitos consoles desde que os videogames foram inventados, e a razão do sucesso dos que a este alcançam: Os jogos! Daqui em diante vou até me repetir em alguns pontos, mas convém o reforço: Um videogamenão é nada sem jogos, e o Zeebo não será diferente. Ele precisa de jogos, muitos jogos! Jogos bons, jogos ruins, jogos clássicos, remakes (e vale aqui um elogio a versão de Double Dragon do console, que eu não sei se é um port, mas certamente é a versão mais bonita e completa que eu já vi!), originais, nacionais… Muitos jogos! Aproveitar o catalogo antigo da SEGA, incluíndo aí se possível Saturn e Dreamcast. Aproveitar a facilidade de conversão e adaptar (melhorando) ao hardware do Zeebo os jogos da Tectoy Mobile, e porque não de outras empresas. Dar suporte e subsídios para que os grandes e médios estudios desenvolvam para ele, além de facilitar que os independentes também o façam. Atrair e convencer os grandes estúdios para a plataforma. Oferecer os jogos que fazem sucesso com o grande público em grandes plataformas, além de jogos de nicho. Apresentar, além desses, jogos novos, divertidos, adaptados ao gosto nacional, apresentando ou não elementos ligados a nossa cultura, não importa! Há espaço para todos. Multiplayer, Single Player, Hardcore, Casual, Luta, Esporte, RPG, Puzzle, qualidade e quantidade, originais e conversões, grandes ou pequenos, 3D ou 2D… O Zeebo precisa de jogos, e essa é a aposta mais certa para o sucesso do console!

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11 Comentários Add your own

  • 1. João Rafael (ChRoNuS)  |  dezembro 18, 2009 às 6:05 pm

    Muito bom seu artigo Ryu, agora posso dizer que conheço o Zeebo, e estou na torcida para o sucesso do console, abraços.

    Resposta
  • 2. Bruno Julião  |  dezembro 18, 2009 às 6:07 pm

    Muito bom texto. Ainda que não tenhamos os detalhes legais e mercadológicos para o console ser desprezado ou não ter os tais jogos da Sega e etc, é bom discutir sobre o assunto, afinal de contas mantém a marca viva na mente do grande público.

    Eu fico cada vez mais desiludido com os empresários e as táticas infalíveis que andam ensinando na faculdade de administração e/ou marketing. É uma baboseira atrás da outra. O cliente é sempre tratado como engolidor de lixo, aonde essas criaturas nefastas acreditam que apenas a marca é suficiente. Claro que não há receita mágica para uma ação ser bem sucedida, o que há é empenho e vontade de fazer sempre o melhor! Sem isso, nenhuma campanha ou estratégia, consegue chegar nem perto do sucesso…

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  • 3. Intentor  |  dezembro 18, 2009 às 10:02 pm

    Maravilhoso texto.

    Realmente é impressionante observar a falta de visão da Tectoy com seu console.

    Eu já o vi aqui em Sampa em uma loja do Extra. Estava conectado a uma TV de LCD e… desligado. :-|

    Falta divulgação, falta comprometindo, falta INFORMAÇÃO.

    Por mais “nobre” que possa ser a iniciativa, penso que se continuar da forma com que está será apenas mais um “epic fail” do mercado dos videogames…

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  • 4. lemurius  |  dezembro 19, 2009 às 12:43 am

    Muito bom. Acho muito mais produtivo a gente fazer críticas como essa do que ficar tirando sarro, como a maioria faz.

    Acho que o Zeebo devia se assumir como realmente é: um console com muito menos potencial técnico. Não dá pra mandar essa de “vamos bater de frente com o PS2”. É impossível, principalmente nessa faixa de preço e ainda por cima com a pirataria dos jogos do console da Sony.

    Eu ficaria felissíssimo se o Zeebo se assumisse como um console para rodar jogos menos poderosos, jogos clássicos, indie games, arcades, jogos no estilo dos que vemos na PSN, wiiware, live arcade e afins. São jogos que tem um público definido, e para o qual não existe um console que o atenda exclusivamente. Quantos fãs de jogos antigos não vibrariam se o Zeebo trouxesse de volta os clássicos das gerações passadas?

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  • 5. Ilton Alberto Junior  |  dezembro 19, 2009 às 1:07 pm

    Texto excelente. Concordo em tudo que foi dito.

    Tenho um Zeebo e percebo à falta de muitas coisas, mas ainda sim gosto muito dele.

    O maior problema não é o Zeebo em si, mas a mentalidade das pessoas, que preferem piraterar à comprar algo original. Muita gente me chamou de louco ao comprar o Zeebo e falavam que eu devia ter comprado um PS2 e “desbloquear” ele.

    Confio na Tectoy e sei que ela não vai me decepcionar.

    Ps: A versão de Double Dragon não é um port, foi feita exclusivamente para o Zeebo.

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  • 6. Dez Propostas para o Zeebo | Faca no Console!  |  dezembro 20, 2009 às 10:51 am

    […] Dez Propostas para o Zeebo Written by Raphael Franck on 20/dezembro/2009 – 11:51 – por Ryunoken : WarpZona […]

    Resposta
  • 7. Robson França  |  dezembro 21, 2009 às 10:02 am

    Excelente texto!

    Espero que alguém da Tectoy, digo, Zeebo Inc. leia essas propostas e pense muito a respeito. Ainda dá tempo.

    Abraços

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  • 8. Pedro Ivo  |  dezembro 21, 2009 às 11:01 am

    Antes do lançamento, eu tava torcendo muito pelo Zeebo. Mas depois que ele foi lançado, parece que a Tectoy meio que deixou ele de lado, aí eu perdi a empolgação também. Poxa, se eles querem que o console faça sucesso, têm que investir pesado!

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  • 9. Wagner Emanuel  |  dezembro 23, 2009 às 11:22 pm

    Concordo com tudo que foi falado.

    O setor de games no Brasil ainda é muito atrasado em relação a muitas coisas, assim como a mentalidade das pessoas, estejam elas nas empresas, no governo e na própria sociedade. Na sociedade, acho que, excetuando o pessoal que é da área, ainda pensam em games como um passatempo “sem futuro”, que não vale investimento e que não precisa de incentivo. As empresas parecem não perceber que precisam de uma estratégia mais ousada para atingir melhor o seu público, especialmente no caso do Zeebo. E o governo… acho melhor nem falar sobre isso, afinal todos temos visto na mão de quem está entregue o nosso futuro gamístico…

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  • 10. Pra frente Zeebo! « OverLine  |  fevereiro 10, 2010 às 7:28 pm

    […] o único a pensar dessa forma. Ryunoken, do ótimo blog Warpzona, também pensa como eu, e criou as Dez Propostas para o Zeebo (leitura recomendada). No texto Ryunoken dá dez (dã!) ideias para que o Zeebo se torne um […]

    Resposta
  • 11. maximo  |  abril 6, 2010 às 5:37 pm

    Muito bom o artigo,mas o tempo esta passando e se não tiver nenhum atrativo novo para essa plataforma, no caso jogos, apenas adiara o inevitavel…prteciso diser?
    Quanto ao relançamento do sistema mega drive,acho uma atitude muito boa.No caso a cada 5 anos a tectoy deveria refazer o acervo MASTER/MEGA DRIVE semelhante a Disney fas com os seus classicos.

    Resposta

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