Archive for julho, 2010

Kinect 4

por Barry Burton

Maravilhado com o Natal Kinect? RÁ!

Conheça então o revolucionário Kinect 4!

julho 31, 2010 at 4:24 pm Deixe um comentário

Especial: jogos não-licenciados – Parte 8

por maxi

Bom, conforme começamos na última sexta, hoje daremos prosseguimento aos jogos não licenciados de Mega Drive, vendo ports de coisas lançadas para outros sistemas. Comecemos pelo infame Super King Kong 99, que é uma versão muito piorada de Donkey Kong Country facilmente achada em lugares que vendiam jogos made in china até alguns anos atrás.

Os chineses são mais espertos do que a Nintendo e diferente dela não foram processados pela Universal.

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julho 30, 2010 at 5:00 pm 2 comentários

MMO FTW, multiplayer de verdade

por Philip Mangione

Quem nunca entrou em campo numa partida oficial de futebol acha que é só correr atrás da bola e chutar pro gol. Quem nunca leu um bom livro de ficção acha que é perda de tempo, um monte de bla bla bla sem fundamento. Quando um jogo dura “só” 6 horas, os moleques mimados reclamam que os desenvolvedores foram “preguiçosos”. Afinal fazer um jogo é só modelar os personagens e cenários e fazê-los se mexerem né.

Quem nunca jogou de verdade um bom MMO também tem uma visão simplista, acha que é só “matar 2000 goblins” depois “matar 30 dragões”, “coletar 500 itens”, subir de level, depois continuar o ciclo “matar mais 1000 goblins do tipo 2”, “matar 30 dragões dourados”… ele acredita que um jogador de MMO é recluso, solitário, extremo no nerd, problemático. Acha que deve ficar longe do MMO como se fosse uma praga.

O pior é que esse povo geralmente acha muito legal e super interativo ter “uma pá de amigo na Live” quando joga um mata-mata casual de meia hora no Halo, ou uma partida de “Wing Lever” contra um conhecido distante qualquer que nunca conversa com ele, só durante essas partidinhas mínimas, afinal os dois entendem DEMAIS de futebol, muito mais que os idiotas que estãojogando profissionalmente por aí. Esses jogadores acreditam ser “parte de uma comunidade incrível de amigos”. Só porque caíram no conto da Live e pagam dinheiro por isso.

Se alguém paga uma grana pra fazer parte do Xbox Live Social Club tudo bem, vale a pena, segundo eles. Se paga pra fazer parte de um mundo extremamente elaborado e vivo, um MMO, aí é “trouxa”. Ha.

Não vou me aprofundar muito, mas só dar uma esclarecida praqueles que nunca tiveram uma real experiência com um MMO.

Diferentes jogadores se complementam

Jogando de verdade, os diferentes jogadores se complementam

Você loga no jogo. Um personagem fictício que se materializa em um mundo X. Tem uma lista com missões “matar 400 orcs da floresta”, “coletar 100 cabeças de lobos raivosos” etc. “HÁ! Falei!” — sim, falou. Agora continue lendo.

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julho 30, 2010 at 2:15 pm 3 comentários

Tutorial: jogando fliperama on-line no Supercade

por maxi

Como jogar on-line no Supercade

Hoje teremos um tutorial de fácil acesso ensinando a jogar um monte de coisas de arcade on-line, como jogos de luta, shoot’em ups, beat’em ups e etc, usando simples roms do emulador Mame e conexão feita pelo próprio navegador, com mínimas lags. O programa que nos permite fazer isso é o maravilhoso Supercade.

Atenção: Não me responsabilizo por problemas causados por você, sejam no S.O., modem ou qualquer outro dispositivo usado no processo. Faça tudo por sua conta e risco. Também não informo sites para baixar roms, descubra sozinho.

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julho 29, 2010 at 5:30 pm 5 comentários

Tá bonito? Super Street Fighter IV em imagens para 3DS

por Barry Burton

Ao mesmo tempo que fico feliz em ver que vai sair Street para o 3DS, fico preocupado. Sempre achei horrível jogar jogos de luta em portáteis, pois você tem que ter reações muito rápidas nos controles e acaba fazendo a tela “sacudir” no processo. Pode ser frescura minha, mas simplesmete fico incomodado com isso… é tudo muito próximo uma coisa da outra para eu ter a impressão que se tem de jogar em uma TV.

Já sobre os gráficos, cabe lembrar que a Capcom em determinado momento cogitou fazer uma conversão para o PSP e DS, mas desistiu. Infelizmente, sempre dá aquela impressão de “pô, não tá igual” que tínhamos na época das conversões de arcade para PS1, mas muito mais acentuada. Será que valerá mesmo a pena adquirir uma versão piorada de um jogo fenomenal?

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julho 29, 2010 at 3:03 pm 2 comentários

Rapidinha Warp: Reviews no Planeta Gamer!

por Barry Burton

Dois reviews nossos já estão compartilhados com nosso parceiro, o Planeta Gamer! São eles o de Demon’s Souls para PS3 e o de Yakuza para PS2!

Não deixem de conferir!

julho 28, 2010 at 3:38 pm Deixe um comentário

WarpReviews: Yakuza | PS2

por Barry Burton

As acusações de um “GTA japonês” logo mostram-se equivocadas nos primeiros minutos de Yakuza. Focado muito mais em seu universo e personagens do que a franquia da Rockstar, Yakuza é um jogo que se leva a sério, ao contrário da maluquice permitida em Liberty City e suas cidades vizinhas.

Pode-se dizer que o principal motivo de se continuar jogando Yakuza seja o de acompanhar os passos de Kazuma Kiryu, o “Dragão de Dojima”, no turbilhão em que é jogado envolvendo diversas famílias yakuza – a grosso modo, a máfia japonesa – ao se auto-incriminar para acobertar um amigo. Prepare-se para cenas espetaculares, e diálogos muito bem escritos. Dito isso, qualquer outra informação tem o potencial de estragar as surpresas e reviravoltas da trama. De tal modo que mesmo a abertura do jogo pode revelar diversas delas, então evite assisti-la se a história é seu ponto de interesse.

Não que a jogabilidade seja ruim, longe disso. Pegando emprestado elementos de vários jogos de pancadaria, e surpreendentemente mais de jogos antigos como Streets of Rage do que de jogos atuais como Devil May Cry, o sistema de combate de Yakuza é profundo e divertido, embora com pequenas ressalvas. A princípio, sua gama de opções é um tanto limitada, mas aumenta exponencialmente conforme se adquire experiência e novos movimentos são comprados. Dentre os destaques, estão golpes bem violentos, como amassar a cara do sujeito entre o asfalto e seu sapato – com uma estranha sensação de satisfação – e a possibilidade de se usar diversos elementos do cenário como arma, desde guarda-chuvas, barras de ferro e tacos de golfe até placas de neon, bicicletas e cones de trânsito gigantes. O combate é rico o suficiente a ponto de permitir tanto brigas contra multidões de capangas quanto duelos acirradíssimos contra oponentes tão bons em artes marciais quanto você.

Continue lendo após o pulo!

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julho 27, 2010 at 7:09 am 6 comentários

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